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MARCOS SANTARRITA   Nome completo: Marcos Antonio Santa Rita   Nasceu em Aracaju (SE), a 16 de abril de 1941, e ainda muito pequeno foi levado para Itajuípe, na região cacaueira da Bahia, onde se criou. Fez sua formação humanista em colégios e na universidade federal de Salvador. Ainda estudante, naquela capital, iniciou sua carreira literária com contos, artigos e traduções, no Jornal da Bahia, Diário de Notícias e A Tarde. E foi co-fundador da Revista da Bahia, que deu nome a uma geração cultural baiana, em meados da década de 60. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como redator do Jornal do Brasil, Última Hora (a original, de Samuel Wainer), O Globo e Fatos e Fotos; e colaborou, com ensaios e artigos de crítica literária, em O Jornal, Folha de S. Paulo e IstoÉ, entre outros periódicos. Hoje assina resenhas de livros e ensaios no Jornal do Brasil e O Globo. Estreou em livro próprio com as novelas de A Solidão dos Homens (1969), e desde então publicou os romances Danação dos Justos (1977), A Solidão do Cavaleiro no Horizonte (1979), A Juventude Passa (1984), Lady Luana Savage (1987) - os três últimos sobre a recente luta armada no Brasil - e A Ilha nos Trópicos (1990). Mais um livro de contos, Bahia Minha, saiu em 1996 e sua novela juvenil Divina Flor será publicada neste ano de 1997. Participou de algumas antologias de autores baianos. Em breve lançará seu mais novo romance, Mares do Sul. Traduziu cerca de cem obras estrangeiras, incluindo clássicos da ficção como Stendhal, Joseph Conrad, Pirandello, Charlotte Brontë, Alexandre Dumas, Henry James, H.G. Wells, John dos Passos, Thomas Pynchon, Carson McCullers, Philip Roth, John Updike, Martin Ames, Dashiel Hammet, Charles Bukowksi, além de outros de não ficção como Eric Hobsbawn, Harold Bloom e Camile Paglia.  


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